Conheça os projetos apoiados no eixo de Unidades de Conservação por meio de chamadas de projetos. O Programa direciona recursos para iniciativas realizadas por outras organizações.
O projeto RPPN Vale dos Encantados, executado pela FEDENOR, tem como objetivo apoiar a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPNs, em áreas de Cerrado inseridas na Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço.
Dentre os objetivos específicos prevê a criação de duas RPNNs, a conscientização sobre a importância da criação de Reservas Particulares, e a identificação de mais proprietários interessados na criação de RPPNs na região.
Serão realizadas reuniões em comunidades com o apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente para a divulgação do projeto. A partir destas reuniões, a FEDENOR realizará visitas técnicas nas propriedades interessadas.
Nesta etapa, serão realizados os monitoramentos de flora e fauna para demostrar a importância ecológica da área. Assim, com base nas informações anteriores, a instituição realizará o mapeamento das áreas, verificará a localização das mesmas em relação a Unidade de Conservação mais próxima, o Parque Nacional Sempre Vivas (PNSV), e fará a conectividade destas com fragmentos de áreas naturais.
O projeto tem duração de 18 meses e espera-se que ao final, sejam criadas duas RPPNs no município de Olhos D’Água, somando 130 hectares, de forma a contribuir para a conexão de fragmentos de áreas naturais dentro da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço. E, ainda promover o interesse por parte de outros proprietários para a futura criação de outras RPPNs, o que possibilitará ao município o aumento do valor do ICMS Ecológico recebido, a ampliação do ecoturismo e o ganho ambiental.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O Projeto Aroeira para Conservação de Terras Privadas, executado pela Funatura, tem como objetivo contribuir com a redução do desmatamento, protegendo áreas particulares relevantes no Cerrado, localizadas nos maiores fragmentos de Cerrado contínuo do país, a Chapada dos Veadeiros (GO) e o Jalapão (TO).
Para alcance desse objetivo o projeto atuará em duas linhas de ação que são: criação de RPPNs – Reservas Particulares de Patrimônio Natural e a elaboração de Planos de Manejo para RPPNs.
Para a criação de RPPNs foram selecionadas cinco propriedades na região da Chapada dos veadeiros. Foram priorizadas áreas localizadas no setor Sul de Veadeiros, onde está localizado o Parque Estadual Águas do Paraíso (PEAP). Destas, duas estão na bacia do rio dos Couros, uma na nascente (Planeta Verde) e outra na foz (Flor do Cerrado), limítrofe ao PEAP; e outras três (Terra Krya 1, Terra Krya 2 e Terra Krya 3) na bacia do Tocantinzinho, cerca de 14 km do Parque.
Para a elaboração dos Planos de Manejo foram selecionadas sete RPPNs, sendo seis na Chapada dos Veadeiros e uma no Estado de Tocantins, localizada a menos de 10 km do Parque Estadual do Jalapão, considerada uma das áreas privadas mais relevantes da região.
Das 7 RPPNs que receberão apoio para elaboração dos Planos de Manejo, 5 são iniciativas de mulheres que adquiriram as áreas para conservação. As outras duas, também têm forte contribuição de mulheres participando ativamente da iniciativa, mas dividindo com outros atores.
O projeto tem duração total de 18 meses e espera-se que ao final sejam criadas 5 RPPNs, somando ao todo 500 hectares. Também serão elaborados 7 Planos de Manejo de outras RPPNs já criadas, somando 1.470 hectares. No total serão 12 RPPNs atendidas pelo projeto, contribuindo com a proteção de aproximadamente 2.000 hectares.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto Mosaicos de Proteção do Cerrado, desenvolvido pelo Instituto Cerrados, tem três objetivos, são eles: (1) Elaborar o Plano de Manejo de 11 Reservas Particulares de Patrimônio Natural – RPPNs; (2) Submeter 10 propostas de criação de RPPNs ao ICMBIO; (3) Disponibilizar o Suindara, Sistema de Alerta de Queimadas e Desmatamento, e equipamentos de combate ao fogo.
O primeiro objetivo concentra esforços no Mosaico de Proteção da Serra dos Pireneus, o mosaico mais denso de RPPNs do país. Serão elaborados os Planos de Manejo das RPPNs selecionadas, que serão feitos de forma integrada, tendo em vista a proximidade e o contexto ecológico em que estão inseridas.
O segundo objetivo, inclui a criação de RPPNs nos municípios goianos de Cavalcante, Teresina de Goiás, Mambaí, Pirenópolis e o município de Buritis, em Minas Gerais. Esse trabalho dá continuidade às ações de criação de RPPN no Estado, onde já são apoiadas a criação de 22 RPPNs.
Tendo em vista a importância intrínseca do manejo adequado do fogo na conservação do Cerrado, o projeto fornecerá às RPPNs contempladas, apoio para mitigar os efeitos das queimadas não programadas por meio do acesso ao Suindara – Sistema de Alerta de Queimadas e Desmatamento, bem como capacitação e equipamentos de combate e prevenção ao fogo para as brigadas envolvidas.
O projeto tem duração total de 18 meses e espera-se que ao final sejam criadas 11 RPPNs (somando 1.614 hectares) e sejam elaborados Planos de manejo de outras 11 RPPNs já criadas (somando 64 hectares).
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto BRppn Cerrado, desenvolvido pela SOS Sertão, visa a elaboração de Planos de Manejo de 4 Reservas Particulares de Patrimônio Natural – RPPNs, além da mobilização para criação de três novas RPPNs, sendo uma delas a RPPN Brisa do Indaiá, localizada no município de Quartel Geral/MG, com 33 hectares.
A metodologia utilizada para a elaboração dos Planos de Manejo seguirá o roteiro de elaboração para RPPNs, publicado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, em 2015.
O projeto tem duração total de 18 meses e espera-se que ao final sejam criadas 3 RPPNs, somando 40 hectares ao todo. Além disso, serão elaborados 4 Planos de Manejo de outras RPPNs já criadas, somando 1.995,43 hectares. No total serão 7 RPPNs atendidas, contribuindo com a proteção de mais de 2.000 hectares, localizados no Cerrado.
O projeto BRppn Cerrado, desenvolvido pela SOS Sertão, visa a elaboração de Planos de Manejo de 4 Reservas Particulares de Patrimônio Natural – RPPNs, além da mobilização para criação de três novas RPPNs, sendo uma delas a RPPN Brisa do Indaiá, localizada no município de Quartel Geral/MG, com 33 hectares.
A metodologia utilizada para a elaboração dos Planos de Manejo seguirá o roteiro de elaboração para RPPNs, publicado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, em 2015.
O projeto tem duração total de 18 meses e espera-se que ao final sejam criadas 3 RPPNs, somando 40 hectares ao todo. Além disso, serão elaborados 4 Planos de Manejo de outras RPPNs já criadas, somando 1.995,43 hectares. No total serão 7 RPPNs atendidas, contribuindo com a proteção de mais de 2.000 hectares, localizados no Cerrado.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto busca implementar um modelo inovador e replicável de Manejo Integrado do Fogo de Base Comunitária (MIFBC) em três Unidades de Conservação de Minas Gerais: o Parque Estadual da Serra do Cabral, o Parque Estadual Verde Grande e o Parque Estadual Lagoa do Cajueiro. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a governança territorial, integrar saberes tradicionais e ciências, e promover a conservação da biodiversidade do Cerrado por meio de ações colaborativas que envolvam gestores, comunidades locais e pesquisadores.
O projeto está estruturado em três objetivos específicos interligados:
1. Fortalecer a governança do Manejo Integrado do Fogo de Base Comunitária (MIFBC) nas áreas de abrangência, promovendo capacitações, sensibilizações e alinhamento estratégico entre atores locais.
2. Promover a integração social e institucional para desenvolver estratégias colaborativas de Manejo Integrado do Fogo (MIF) em mosaico nas Unidades de Conservação de Minas Gerais.
3. Monitorar os impactos ecológicos do fogo, conduzindo projetos de pesquisa em diferentes grupos taxonômicos no Parque Estadual da Serra do Cabral.
Com duração prevista de 24 meses, os principais resultados esperados com a implementação do projeto são:
Fortalecimento da governança local e promoção da corresponsabilidade na gestão do fogo, através do engajamento de comunidades e treinamentos de brigadistas voluntários/comunitários, com especial atenção à participação de mulheres e jovens; Integração de saberes tradicionais e acadêmicos, assegurando soluções adaptativas e eficazes para a conservação do Cerrado; Implementação de PMIFs, por meio de apoio técnico e logístico em queimas previstas no Parque Estadual da Serra do Cabral, fortalecendo a resiliência socioambiental das paisagens e das populações locais; Geração de conhecimento científico aplicado, contribuindo para o aperfeiçoamento das estratégias de manejo do fogo baseadas em evidências científicas.
Alinhado à Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), esta proposta apresenta uma abordagem robusta para mitigar os riscos de incêndios florestais, conservar a biodiversidade do Cerrado e promover a manutenção dos serviços ecossistêmicos e uma governança ambiental mais justa e inclusiva.
A implementação desta iniciativa representa um passo significativo na construção de territórios mais resilientes e sustentáveis, com potencial de replicabilidade em outras regiões do bioma Cerrado.
Situação: em andamento
Ano de início: 2025
Bioma: Cerrado
O Caminho do Fogo é um aplicativo inovador voltado à gestão de brigadas de incêndio e ao suporte no Manejo Integrado do Fogo (MIF). A proposta busca organizar, fortalecer e dar visibilidade às brigadas voluntárias e comunitárias, suas necessidades, práticas e áreas de atuação, promovendo maior eficiência na resposta aos incêndios florestais no Cerrado e em outras áreas protegidas.
Com o Caminho do Fogo, será possível:
– Cadastrar brigadas e brigadistas com informações detalhadas, como equipamentos, cursos realizados e áreas de atuação.
– Registrar alertas e incêndios em tempo real, permitindo a produção de relatórios precisos e a espacialização dessas informações.
– Oferecer um sistema de notificações que alerta os usuários sobre novos incêndios ou emergências em suas regiões.
– Facilitar o acesso a informações para apoio logístico e operacional por parte de instituições, governos (Sisfogo) e sociedade civil, fortalecendo a conexão entre os diversos atores envolvidos no manejo do fogo.
– Produzir Relatórios de Ocorrência de Incêndios (ROI) ou outros modelos relevantes de relatório de maneira integrada e automatizada.
– Territorializar as informações a partir de um sistema de mapas.
– Mobilizar brigadas e brigadistas a partir de uma plataforma de rede social de combate ao fogo no território nacional.
O projeto terá duração de 12 meses e será implementado em parceria com a Rede Contra Fogo, organização consolidada na Chapada dos Veadeiros com expertise enquanto brigada comunitária. Ao final, espera-se alcançar os seguintes resultados:
– Estruturação de uma plataforma tecnológica funcional e acessível.
– Capacitação de brigadistas para o uso da ferramenta.
– Ampliação da capacidade de resposta a incêndios com base em dados organizados e relatórios estratégicos.
– Melhoria no acesso pelas brigadas a melhores condições de financiamento, treinamento e equipamentos.
– Compartilhamento de informações relevantes com o Sisfogo para otimizar o uso de recursos públicos no combate a incêndios.
O Caminho do Fogo contribuirá diretamente para a proteção de áreas de grande importância ecológica, fortalecendo comunidades locais e promovendo um modelo eficiente e sustentável de manejo integrado do fogo. Além disso, apoiará na resolução de um vazio informacional institucional, necessidade fundamental para melhorar o combate a incêndios no país.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto pretende fortalecer e estruturar a Brigada da Associação de Coletores de Sementes Cerrado de Pé (ACP), que nasceu em 2023, com o intuito de realizar o combate a incêndios no interior e ao redor do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV). A Cerrado de Pé possui um Acordo de Cooperação com o PNCV (044/2020) que prevê a execução de atividades de restauração de áreas degradadas, realizando a coleta de sementes e participando de forma ativa e promissora da cadeia de restauração do Cerrado. Contudo, muitas dessas áreas estão vulneráveis ao fogo, que está se intensificando ano após ano.
O objetivo deste projeto é prevenir, controlar e combater os incêndios florestais no interior do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e no seu entorno, abrangendo unidades de conservação estadual a Área de Proteção Ambiental (APA) do Pouso Alto e a Estação Ecológica (ESEC) Chapada de Nova Roma e o Território Quilombola Kalunga, apoiando a implementação do Plano de Manejo Integrado do Fogo do PNCV.
Para isso pretende-se: (1) estruturar e fortalecer a brigada ACP através de uma capacitação para 30 brigadistas; adquirir um veículo para as operações; adquirir equipamentos de combate à incêndios e EPI para os brigadistas; (2) fomentar campanhas educativas e ações de integração nas comunidades quilombolas, extrativistas e assentamentos no interior e ao redor do PNCV e do Território Quilombola Kalunga; (3) Realizar a prevenção de incêndios com queima prescrita em localidades vulneráveis ao redor do PNCV, quando necessário, de acordo com o Plano de Manejo Integrado do Fogo do PNCV; (4) monitorar e combater os incêndios florestais, principalmente nos períodos críticos de seca.
Situação: em andamento
Ano de início: 2023
Bioma: Cerrado
O projeto tem como objetivo implementar ações e realizar atividades relacionadas ao Manejo Integrado do Fogo (MIF) que contribuam diretamente com os gestores e comunidades no interior e entorno do Parque Estadual Veredas do Peruaçu (PEVP), da Reserva Estadual de Desenvolvimento Sustentável Veredas do Acari (REDSVA), da Área de Proteção Ambiental Cavernas do Peruaçu (APACP) e, indiretamente, com o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu (PNCP). Essas unidades de conservação (UCs) integram o Mosaico Grande Sertão Veredas – Peruaçu, desempenhando um papel fundamental na proteção da riqueza natural e cultural da região.
O Mosaico abriga uma diversidade de fitofisionomias do bioma Cerrado, incluindo veredas, cerado típico e ralo e cerradão, além de uma rica fauna, cavernas colossais, sítios arqueológicos e a cultura sertaneja local. Contudo, esses atributos encontram-se sob forte ameaça devido a fatores como escassez hídrica, uso não planejado dos recursos naturais, perda de biodiversidade e, principalmente, desmatamento causado por incêndios florestais. Esses incêndios são decorrentes tanto de causas naturais quanto de ações antrópicas, como a abertura de áreas para agropecuária. Diante desse cenário, o Instituto Ekos Brasil propõe, por meio deste projeto, fortalecer as ações de MIF para auxiliar as UCs na proteção da biodiversidade local e na geração de benefícios socioambientais.
As atividades previstas incluem:
1. Fortalecimento de infraestrutura: Aquisição de equipamentos e aprimoramento das estruturas de combate, monitoramento e prevenção de incêndios;
2. Capacitações: Treinamento de equipes gestoras e brigadistas para aprimorar a gestão do fogo e o combate a incêndios;
3. Sensibilização comunitária: Por meio de diagnóstico participativo para o levantamento dos usos tradicionais do fogo pelas comunidades locais e produção de voltados à prevenção de incêndios, promovendo a conscientização da população como uma aliada essencial na conservação da biodiversidade;
4. Elaboração de um Plano de Ação Participativo: Desenvolver uma estratégia conjunta com as comunidades para a prevenção e combate ao fogo;
5. Fortalecimento das UCs do Mosaico: Realização de Seminário Técnico Integrativo de Combate e Prevenção ao Fogo.
Com duração de 18 meses, as ações serão realizadas de forma interligada e concomitante, com algumas atividades priorizadas antes do período crítico de incêndios na região. A articulação com gestores das UCs, que mantêm relação direta com as comunidades locais, será essencial para garantir a eficiência das mobilizações e diagnósticos.
Este projeto é de extrema relevância para reforçar as ações de MIF no interior e entorno das UCs. Vale destacar que o PEVP, APACP e PNCP possuem áreas em processo de restauração via Projeto Floresta Viva – Corredores da Biodiversidade Sertão Veredas, o que torna as iniciativas de prevenção ao fogo ainda mais cruciais para a conservação e sustentabilidade da região. Nós vamos promover a relação e interconexão entre as iniciativas, amplificando os impactos positivos das ações.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto visa estruturar, fortalecer e, quando necessário, aprimorar as brigadas comunitárias para a prevenção e combate a incêndios florestais no interior do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Bordolândia que está localizado aproximadamente 40 quilômetros do município de Novo Santo Antônio-MT onde se localiza a Unidades de Conservação Parque Estadual do Araguaia (MT). Considerando o Plano de Desenvolvimento Sustentável do Assentamento PDS. Bordolândia (2010) o mesmo foi projetado com área de reserva legal um total de 45.025.8270 hectares.
Os objetivos específicos são:
1. Capacitar a brigada comunitária existente em técnicas de manejo integrado, combate e prevenção de incêndios;
2. Equipar a brigada com ferramentas, equipamentos e veículos necessários;
3. Implementar aos produtores ações educativas e sensibilização ambiental com foco na preservação das Unidades de Conservação, assim como capacita-los para produção agropecuária com práticas sem a utilização do fogo, com ênfase na agroecologia;
4. Estabelecer uma rede de comunicação eficiente e estratégias de monitoramento para rápida resposta a incêndios.
Metas:
• Capacitar no mínimo 12 voluntários em combate a incêndios e manejo integrado;
• Adquirir equipamentos essenciais (carreta tanque equipado para combate de incêndios, EPIs, entre outros);
• Realizar 03 campanhas educativas nas comunidades locais, com foco em práticas preventivas e preservação ambiental;
• Contratar uma empresa de consultoria agronômica para capacitar os produtores no manejo agrícola sem a utilização do uso do fogo.
Ao final do projeto, espera-se ter brigadas fortalecidas e capacitadas para agir de forma eficaz no combate e prevenção de incêndios florestais, além de uma comunidade mais consciente sobre a importância da preservação ambiental. Essa estruturação contribuirá para a sustentabilidade ambiental e a proteção das áreas protegidas nos biomas Amazônia e Cerrado no município de Serra Nova Dourada, MT e Bom Jesus do Araguaia, MT no PDS. Bordolândia.
Situação: em andamento
Bioma: Cerrado
O objetivo geral é estruturar e fortalecer as brigadas voluntárias na região do Mosaico do Espinhaço: Alto Jequitinhonha – Serra do Cabral, por meio da criação de uma nova base e de ações de formação para brigadistas e comunidades locais. A meta final do projeto é diminuir a incidência e a proporção dos incêndios florestais na região do Alto Vale do Jequitinhonha, Médio Espinhaço, MG. Para alcançá-la será necessário realizar ações conjuntas com os parceiros institucionais.
O projeto se divide em seis objetivos específicos:
- Estruturação das brigadas, com a formação de uma nova base para Diamantina, e criação do almoxarifado para a base do Serro. A meta é adquirir insumos, equipamentos de proteção individual (EPIs), equipamentos de combate para subsidiar a atuação segura e eficaz dos/as brigadistas em seus territórios.
- Combater os incêndios florestais no período crítico, dando suporte operacional para os/as brigadistas, garantindo mais segurança e eficiência nos combates. A meta é fazer a manutenção dos equipamentos antes da temporada; listar e organizar os dados dos/as brigadistas, para que seja organizado plantões de atuação dos/as brigadistas com logística, alimentação e seguro de vida.
- Formar e capacitar os/as brigadistas para o uso do soprador, curso de formação para novos/as brigadistas, resgate em áreas remotas e nivelamento final das práticas de combate e prevenção aos incêndios florestais. A meta é que os/as brigadistas saiam preparados/as e qualificados/as para atuar de forma eficaz e segura, conforme as diretrizes da B1 e das instituições parceiras.
- Realização de queimas prescritas, encabeçadas pelos parceiros institucionais. A meta é realizar com sucesso as queimas prescritas em 100% das áreas selecionadas, seguindo os critérios de segurança e ecologia do fogo. Isso incluirá a colaboração estreita com os parceiros institucionais para garantir a execução adequada e o cumprimento dos objetivos de manejo do fogo.
- Sensibilizar as pessoas sobre o uso e manejo do fogo. A meta é atingir 80% dos povos e comunidades tradicionais beneficiárias do projeto e três escolas interessadas, com atividades de sensibilização sobre o uso e manejo adequado do fogo.
- Divulgar as ações do projeto, com produções audiovisuais para informar as pessoas sobre o uso correto do fogo, realizadas ao final do projeto. A meta é produzir vídeos que expliquem sobre o projeto, dando uma percepção ao espectador sobre o uso do fogo como ferramenta para a conservação ambiental.
Situação: em andamento
Bioma: Cerrado
O projeto irá promover a conscientização e a prática sustentável do manejo controlado do fogo, buscando equilibrar as necessidades humanas com a proteção dos ecossistemas naturais. Através de uma abordagem integrada, visa à preservação da fauna, flora e das comunidades locais, que dependem diretamente da saúde ambiental para sua sobrevivência e bem-estar. A utilização inadequada do fogo, como queimadas irregulares e incêndios florestais, tem causado danos irreparáveis a diversos ecossistemas, especialmente à Unidade de Conservação do Parque Estadual Caminho dos Gerais, ameaçando a biodiversidade e a qualidade de vida das populações. O projeto propõe a capacitação e sensibilização da comunidade Sapé, na região do parque, sobre as melhores práticas de manejo do fogo, com foco em prevenção, controle e recuperação de áreas afetadas.
Visa também a proteção de espécies da fauna e flora locais, muitas das quais estão em risco devido à destruição de seus habitats provocada pelos incêndios descontrolados. Para isso, serão formados novos brigadistas e promovidas ações de monitoramento e educação ambiental, com o objetivo de envolver as populações locais, especialmente aquelas que vivem em áreas de risco, na gestão responsável do fogo e no incentivo a alternativas sustentáveis que favoreçam a conservação do meio ambiente. Com ações educativas, treinamentos e atividades de campo, o projeto busca engajar a comunidade local, promovendo o fortalecimento das políticas públicas de proteção ambiental. O projeto também prevê a restauração de áreas degradadas, o monitoramento de espécies ameaçadas e o apoio à implementação de estratégias de conservação.
Com duração de dois anos, o projeto capacitará diretamente 30 pessoas (homens, mulheres e jovens) da comunidade Sapé para o monitoramento da área e a prevenção de incêndios, através de capacitações, treinamentos e ações educativas, com as seguintes metas: Capacitar 30 pessoas para o monitoramento e manejo controlado do fogo, formando brigadistas locais e multiplicadores de boas práticas; Reduzir o número de incêndios florestais na área do Parque Estadual Caminho dos Gerais, por meio de ações preventivas e de controle; Promover a restauração de áreas afetadas por queimadas, com o plantio de espécies nativas e recuperação de ecossistemas degradados; Monitorar e proteger espécies ameaçadas, realizando levantamento da fauna e flora locais e implementando ações de conservação específicas; Fortalecer a sensibilização ambiental nas comunidades locais, promovendo a conscientização sobre os impactos das queimadas e a importância da conservação; Fortalecer as políticas de proteção ambiental no âmbito local, colaborando com as Instituições e outras organizações para ações mais eficazes. Ao integrar o manejo controlado do fogo com práticas de conservação ambiental e capacitação comunitária, o projeto visa criar uma rede de proteção mais eficiente com a criação de novos brigadistas, garantindo a saúde dos ecossistemas e a segurança das comunidades que dependem diretamente deles.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
O projeto é uma iniciativa da Fundação Neotrópica do Brasil em parceria com o Instituto Terra Brasilis de Desenvolvimento Socioambiental (ITB) e Parque Nacional da Serra da Bodoquena, com o objetivo de contribuir com a redução de incêndios florestais no entorno do parque, que ameacem a integridade desta Unidade de Conservação.A proposta tem a duração de 24 meses e os seguintes objetivos específicos:
1. Fornecimento de equipamentos e treinamento a quatro brigadas comunitárias em comunidades no entorno do Parque Nacional da Serra da Bodoquena.
2. Promoção de educação ambiental referente a práticas agrícolas conservacionistas com objetivo de diminuição no uso do fogo.
3. Mapear a zona de amortecimento da Unidade de Conservação a fim de identificar as áreas com acúmulo de material combustível, planejar acessos e pontos de aceiros ações de contingência a incêndios nas adjacências.
4. Instalar uma torre de monitoramento em tempo real com câmera de alta resolução assim como uma sala de situação integrando o sistema de monitoramento da Serra da Bodoquena composto por outras 3 torres de monitoramento em implantação na Terra Indígena Kadiwéu, ampliando a cobertura para mais de meio milhão de hectares.
5. Monitorar os focos de incêndio durante os períodos críticos por meio do uso de plataformas geoespaciais.
Situação: em andamento
Bioma: Cerrado
O projeto tem como objetivo geral aprimorar o aplicativo Suindara, agregando as melhorias que os usuários indicaram como sendo primordiais para obtenção de respostas mais rápidas e precisas aos focos de calor, além de auxiliar ações preventivas, reduzindo as áreas queimadas no Cerrado. Para alcançar esse objetivo geral, foram definidos os seguintes objetivos específicos, metas e prazos:
1. Incorporar detecção e envio de alertas por câmeras em campo: Instalar ao menos uma câmera integrada ao sistema e disponibilizar os alertas aos usuários em até 14 meses.
2. Permitir o envio de fotos para Registro de Ocorrência de Incidentes (ROI): Implementar essa função para todos os usuários em até 10 meses.
3. Disponibilizar funções offline no aplicativo: Disponibilizar dados pré-carregados para uso sem conexão à internet em até 14 meses.
4. Fortalecer a comunidade de usuários: Realizar cinco oficinas com brigadas e gestores das áreas do projeto, promovendo engajamento, colhendo impressões, e produzindo materiais como vídeos e manuais, com prazo de 18 meses
Ao final do projeto, espera-se um aplicativo mais robusto, com funcionalidades aprimoradas que fortalecem a prevenção e o combate a incêndios, promovendo maior colaboração entre os usuários e garantindo impactos positivos na proteção do Cerrado.
Situação: em andamento
Ano de início: 2022
Bioma: Cerrado
